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Distrito Federal

Cemitérios gera descontentamento na população do DF

Pessoas reclamam de lápides quebradas e túmulos malcuidados

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Por Tá Rolando no Entorno
Cemitérios gera descontentamento na população do DF
foto/ Divulgação
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Moradores do Distrito Federal têm relatado situações de descaso nos cemitérios da capital, com reclamações de lápides destruídas, covas malcuidadas e desorganização. No total, o DF conta com seis cemitérios: Campo da Esperança (Asa Sul), São Francisco de Assis (Taguatinga), Cemitério do Gama, Cemitério de Sobradinho, Santa Rita (Planaltina) e Cemitério de Brazlândia. Todos são geridos pela concessionária Campo da Esperança.

Selma Silva e Maria José contam que fazem visitas frequentes a parentes sepultados no cemitério de Taguatinga. Elas explicam que os túmulos mais conservados recebem cuidados dos próprios moradores, seja eles mesmo cuidando dos jazigos ou pagando alguém para fazer esse serviço. “Meu irmão

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 veio aqui para deixar tudo limpinho. Ele colocou uma grama sintética porque se não a gente precisa regar toda semana para não ficar só a terra”, explica Maria.

As duas também relatam um temor ao caminhar sobre certos pontos do cemitério onde a terra aparenta estar afundando aos poucos. “A gente vai andando para ir onde estão enterrados os nossos parentes e tem muita terra e muitos túmulos que parecem estar afundando”, diz Selma. No início deste ano, no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, parte do chão cedeu e três túmulos ficaram expostos. Em janeiro de 2024 também houve um caso parecido, este no cemitério de Taguatinga. Na ocasião, dez pessoas caíram em uma cova que se abriu durante um sepultamento. Na época, a concessionária Campo da Esperança colocou como fatores para esses casos o processo erosivo no solo e o peso excessivo quando há muitas pessoas sobre determinados locais.

Selma e Maria também relatam que os jazigos mais próximos da entrada do cemitério têm a aparência melhor, enquanto que os que estão mais afastados ficam muitas vezes abandonados. “Daquele lado de lá (próximo à entrada) a gente vê tudo lindo, mas quando chega aqui os que estão bonitos são os que o pessoal vem e arruma ou paga para arrumar”, explica Maria.

Ana Júlia também relata certo descontentamento com a situação no cemitério de Taguatinga. Ao visitar o túmulo do tio, ela conta que sempre percebe muitas lápides destruídas e jazigos malcuidados. Além disso, ela conta que outras pessoas também podem vandalizar túmulos do cemitério: “Eu vim visitar o túmulo do meu tio e eu sinto que ele foi mexido. Não sei o que aconteceu aqui, mas trocaram a placa de lugar”, afirma. O Jornal de Brasília esteve também no cemitério do Gama, onde existem, da mesma forma, muitas lápides danificadas e túmulos com sinais aparentes de abandono. Perguntada sobre esses casos em cemitérios do DF, a concessionária Campo da Esperança não respondeu até o fechamento da edição.

 
 
 
FONTE/CRÉDITOS: redação
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