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Mulher assassinada em Brazlândia havia pedido medida protetiva contra companheiro em 2024

Pâmella Maria Rocha Rangel, 21 anos, foi morta com uma facada no peito

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Por Tá Rolando no Entorno
Mulher assassinada em Brazlândia havia pedido medida protetiva contra companheiro em 2024
feminicídio
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A jovem Pâmella Maria Rocha Rangel, de 21 anos, vítima de feminicídio no último sábado (23/8) em Brazlândia, havia solicitado medida protetiva contra o companheiro, Flávio do Nascimento Santos, 42, em novembro de 2024. No entanto, em março deste ano, ela pediu a revogação da proteção judicial após reatar o relacionamento com o agressor.

O crime ocorreu dentro da residência da vítima, localizada na Chácara Pedacinho do Céu, próximo ao cemitério da cidade. Pâmella foi atacada com uma facada no peito.

Segundo testemunhas, um vizinho ouviu os gritos de socorro da jovem, que teria clamado: “Socorro, mãe”. Na sequência, ele viu um homem sem camisa saindo da casa com um celular na mão e dizendo: “Me perdoa pelo que eu fiz”.

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Desconfiado, o vizinho entrou no imóvel e encontrou Pâmella ferida sobre a cama. Ele e a esposa acionaram a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e o Corpo de Bombeiros (CBMDF). A vítima chegou a ser levada para o Hospital Regional de Brazlândia, mas não resistiu aos ferimentos.

Nas redes sociais, um primo da vítima publicou que dias antes do crime a jovem havia sido ameaçada. “Todos avisaram, mas, como sempre, ele fez a cabeça dela e acabou em tragédia”, escreveu.

Dinâmica do crime e prisão do agressor

De acordo com depoimento à polícia, Flávio disse que estava sob efeito de maconha e, após chegar à casa da companheira, iniciou uma discussão motivada por drogas. Ele alegou ter agido em um momento de fúria, pegando uma faca sobre a pia e golpeando a vítima no peito.

Após o ataque, ele ligou para a mãe e a irmã de Pâmella pedindo ajuda e confessando: “Acho que matei sua filha”. Em seguida, deixou a residência desorientado.

Pouco mais de duas horas depois, uma equipe da PMDF localizou o agressor próximo ao cemitério, após denúncia de violência doméstica. Ele foi levado à 18ª Delegacia de Polícia, onde o caso é investigado como feminicídio qualificado.

 
 
FONTE/CRÉDITOS: redação
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