
Os ataques coordenados aos 57 ônibus da Urbi Mobilidade Urbana, na madrugada de 15 de janeiro, foram motivados pela demissão de ao menos três rodoviários que foram desligados da empresa, segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
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A motivação do ataque foi revelada pelo delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), Guilherme Sousa Melo, em uma coletiva na manhã desta quinta-feira (28/5). Segundo o delegado, as diligências tiveram início após a identificação de um veículo – modelo Volskwagen Gol, da cor vermelha – que participou de todos os ataques.
“Nossa análise foi muita trabalhosa, porque nós tinhamos que isolar realmente quem teria participado, já que [os ataques] foram feitos em vias de grande circulação. Nós identificamos um Gol vermelho que teria participado de todos os ataques e vincular a um dos demitidos da empresa”, disse.
O funcionário demitido é um dos três suspeitos que foi preso temporariamente por cinco dias.
Já os outros dois que foram presos são ocupantes do carro identificado nas imagens e faziam parte de uma oposição da chapa do sindicato da empresa, que tentou reverter o desligamento, mas sem sucesso.
Todos faziam parte de um grupo de Whatsapp chamado de “Rodoviários da Resistência”, junto de mais outros cinco investigados.
Até o momento, apenas três foram presos temporiamente pela participação nos ataques ter sido comprovada pelas investigações. O restante dos investigados receberam apenas mandados de busca e apreensão domiciliar.

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