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Somados Mãe e padrasto são condenados á 97 anos de prisão por tortura e morte de bebê

O julgamento durou cerca de 17 horas e se estendeu até a madrugada desta quarta-feira (23).

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Por Tá Rolando no Entorno
Somados Mãe e padrasto são condenados á 97 anos de prisão por tortura e morte de bebê
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O Tribunal do Júri de Quirinópolis condenou Ana Laura Costa Silva, de 24 anos, e Alisson Sapucaia Bernardes, de 22, pela morte brutal de Gustavo Emanuel, de apenas 1 ano e 3 meses. O casal foi sentenciado por homicídio triplamente qualificado e tortura, com aumento de pena pelo crime ter sido cometido por ascendentes — no caso, a mãe e o padrasto da vítima.

O julgamento durou cerca de 17 horas e se estendeu até a madrugada desta quarta-feira (23). O Conselho de Sentença acatou integralmente os pedidos do Ministério Público de Goiás (MPGO), por meio do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (Gaejuri).

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Alisson foi condenado a 51 anos e 15 dias de prisão, enquanto Ana Laura recebeu pena de 46 anos e 8 meses de reclusão, além de 2 anos, 2 meses e 7 dias de detenção. Ambos cumprirão a pena em regime fechado, sem o direito de recorrer em liberdade.

A denúncia, oferecida pela promotora de Justiça Renata Aline Nunes da Silva, revelou que Gustavo sofreu torturas durante cerca de um mês. O bebê apresentava mais de 10 mordidas, unhas arrancadas e queimaduras de cigarro. No dia 8 de abril de 2024, no Bairro Alvorada, o padrasto desferiu golpes na cabeça da criança, deixando-a inconsciente. Apesar do socorro, o menino não resistiu aos ferimentos.

Durante o julgamento, o promotor de Justiça Bernardo Monteiro Frayha apresentou imagens da vítima e mensagens trocadas entre o casal que evidenciavam a tentativa de encobrir os maus-tratos. A promotora Antonella da Cunha Paladino também atuou no júri.

Em depoimento, Alisson admitiu ter mordido o enteado, mas alegou que se tratava de uma “brincadeira que saiu do controle”. Já Ana Laura permaneceu em silêncio durante parte do interrogatório, afirmando que era ameaçada pelo companheiro. No entanto, o MPGO demonstrou que ela foi cúmplice das agressões ao não denunciá-las e, inclusive, alertou o parceiro por mensagem enquanto a criança recebia atendimento hospitalar.

Ambos estavam presos desde abril de 2024, e a condenação reforça a gravidade dos crimes cometidos. A Polícia Civil e o Ministério Público consideram o caso encerrado com a decisão do júri.

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