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Sexta-feira, 14 de Agosto 2026
Policial

Goiano suspeito de aplicar desinfetante na veia de pacientes em hospital tem prisão prorrogada

Goiano é apontado como principal autor dos homicídios. Polícia apura 20 homicídios atribuídos ao técnicos, sendo que três ocorreram no Hospital Anchieta

Tá Rolando no Entorno
Por Tá Rolando no Entorno
Goiano suspeito de aplicar desinfetante na veia de pacientes em hospital tem prisão prorrogada
REDAÇÃO
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O técnico em enfermagem goiano Marcus Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, teve a prisão prorrogada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) por mais 30 dias. A decisão, que atendeu pedido da Polícia Civil brasiliense, também se estendeu às profissionais Amanda Rodrigues de Sousa, 28 anos, e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22. Os três são acusados de provocar 20 mortes injetando desinfetante e altas doses de medicamento.

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O trio é suspeito de ter provocado 20 mortes, de acordo com a PC. Três vítimas já foram identificadas como sendo pacientes do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF). Os investigados já cumpriam prisão temporária de 30 dias e, agora, permanecerão presos pelo mesmo período. A decisão foi anunciada nesta terça-feira, 10.

Investigações da corporação apontaram que o trio provocou parada cardíaca nos pacientes João Clemente Pereira, de 63 anos; Marcos Moreira, de 33 anos; e Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos – essa última teve desinfetante aplicado na veia após tentativas falhas de homicídio com medicamentos.

Os suspeitos aumentavam as doses dos remédios em até 10 vezes, os tornando tóxicos e fatais. A Operação Anúbis, que resultou nas prisões, segue em andamento. A expectativa é que, com a consolidação dos depoimentos e dos laudos periciais, o inquérito seja concluído nas próximas semanas.

Prisão e investigação 

O caso foi denunciado à polícia pelo próprio Hospital Anchieta, após observar circunstâncias atípicas relacionadas aos três pacientes supracitados, como a repentina piora no quadro após cuidados do trio. A unidade de saúde informou que “o hospital instaurou investigação, por iniciativa própria”.

Ao tomar conhecimento das mortes, a PC realizou a primeira fase da Operação Anúbis no dia 11 de janeiro. Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por ordem judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços localizados em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas de Goiás.

FONTE/CRÉDITOS: REDAÇÃO
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