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15 DE ABRIL
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Goiás

Padre da calote e terá que devolver R$ 1,4 milhão por trabalhar 20 anos como funcionário fantasma na Alego

Segundo o MP, Luiz Augusto teria se beneficiado de “enriquecimento ilícito” que ultrapassaria R$ 3 milhões durante o período.

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Por Tá Rolando no Entorno
Padre da calote e terá que devolver R$ 1,4 milhão por trabalhar 20 anos como funcionário fantasma na Alego
Luiz Augusto teria se beneficiado de “enriquecimento ilícito”
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O padre Luiz Augusto Ferreira da Silva firmou um acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO) para devolver R$ 1.397.086,14 aos cofres públicos. O valor corresponde aos salários que recebeu ao longo de quase 20 anos enquanto ocupava um cargo fantasma na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). O pagamento será feito em 48 parcelas.

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Além do ressarcimento, o religioso também concordou em pagar uma multa civil de R$ 46,5 mil, dividida em dez parcelas. Segundo o MP, Luiz Augusto teria se beneficiado de “enriquecimento ilícito” que ultrapassaria R$ 3 milhões durante o período.

Procurado pela reportagem, advogado do padre informou que o Acordo de Não Persecução Cível (ANPC) encerra todos os processos que envolviam seu cliente. Ele afirmou ainda que o padre está aposentado do cargo público por decisão judicial.

Esse tipo de acordo é previsto em lei e permite a resolução de casos de improbidade administrativa sem judicialização, desde que haja reparação dos danos causados.

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Atualmente, Luiz Augusto atua como pároco na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. A igreja informou que não irá se manifestar sobre o caso.

Outros envolvidos

A decisão que homologou o acordo é de julho, mas o caso ganhou repercussão após reportagem do jornal O Popular. A ação civil pública foi aberta em 2015, ano em que o padre chegou a dizer que seria preso se fosse obrigado a devolver o dinheiro, pois não teria condições de pagar.

Além de Luiz Augusto, mais de dez pessoas foram processadas. Também em julho, Euclides de Oliveira Franco — ex-chefe do padre e servidor da Alego — e o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Sindisleg) assinaram acordos individuais para ressarcimento no valor de R$ 84.861,19 cada.

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A reportagem procurou a Alego e as defesas dos demais envolvidos que fecharam acordo no mês passado, mas não obteve resposta até a última atualização desta matéria.

Desde o início de 2025, outros réus também chegaram a acordos com o MP, com valores de devolução que variam entre R$ 34 mil e R$ 355 mil, além de multas. Até esta quarta-feira (6), apenas um dos acusados ainda não havia celebrado acordo para reparar os danos ao erário.

FONTE/CRÉDITOS: redação
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