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Goiás

Passageiros acordam sem transporte público em Anápolis

A paralisação deixou centenas de milhares de usuários às mínguas nos pontos de ônibus

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Passageiros acordam sem transporte público em Anápolis
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Anápolis amanheceu nesta segunda-feira (30) sem transporte coletivo devido à paralisação total dos motoristas de ônibus da cidade. A greve foi deflagrada durante a madrugada, surpreendendo usuários que ficaram sem atendimento em todos os pontos do município. A categoria cobra uma resposta da Urban, concessionária responsável pelo transporte público anapolino, sobre a pauta de reivindicações entregue em maio.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Anápolis (Sittra), o prazo para apresentação de uma contraproposta expirou no dia 30 de maio e, desde então, não houve avanço nas negociações. A decisão de paralisar a frota foi tomada pela diretoria do sindicato, sem convocação de assembleia geral com os trabalhadores. Segundo o que foi apurado, a paralisação foi acordada na noite desse domingo (29). 

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A Prefeitura de Anápolis e a Urban alegam que não foram informadas sobre a greve pela SITTRA. Ainda conforme informações obtidas pelo portal, a Lei que determina que ao menos 30% dos ônibus estejam em circulação, também não teria sido respeitada pelo sindicato. 

Na Justiça

Diante da paralisação, a Urban declarou ter adotado medidas judiciais para reverter o movimento. Em vídeo publicado nas redes sociais, o diretor jurídico da empresa, Carlos Leão, classificou a greve como ilegal por não cumprir os requisitos previstos em lei. “A paralisação deixou centenas de milhares de usuários às mínguas nos pontos de ônibus”, disse.

A empresa informou que já protocolou um pedido de tutela junto ao Poder Judiciário para restabelecer o serviço e para que a greve seja declarada abusiva. “Não estamos discutindo o direito de greve, que é legítimo e assegurado por lei. Mas o direito de ir e vir da população também é constitucional e deve ser garantido”, afirmou o advogado.

Ainda segundo a Urban, o sindicato não teria cumprido etapas obrigatórias, como aviso prévio à sociedade, garantia da operação mínima dos serviços essenciais, apresentação de plano de contingência e realização de assembleia específica para deliberar sobre o movimento.

Representantes da empresa participaram de reunião, na manhã desta segunda-feira, com a Agência Reguladora do Município (ARM) e o Poder Executivo para discutir soluções emergenciais. A Prefeitura de Anápolis informou que o caso já está sendo tratado na Justiça e que as negociações sobre a data-base da categoria e o reajuste tarifário seguem em andamento.

FONTE/CRÉDITOS: redação
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