
advogado Matheus Menezes, de 25 anos, foi considerado “inapto” nos exames biofísicos do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Após a divulgação do resultado preliminar pela banca organizadora, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), no dia 15 de maio, a defesa do candidato entrou com um recurso administrativo contestando a reprovação.
Leia Também:
Embora Matheus tenha obtido uma decisão favorável no Supremo Tribunal Federal (STF) para a realização de provas adaptadas, a defesa alega que as medidas adotadas pela banca não foram adequadas. Segundo o advogado Flávio Britto, especialista em concursos, o recurso foi protocolado porque as adaptações oferecidas não atenderam satisfatoriamente às necessidades do candidato.
O ponto central da eliminação foi o salto horizontal, um dos itens que compõem o Teste de Aptidão Física (TAF), que também inclui corrida e flexão. Até o momento, a FGV não se manifestou sobre o caso. O caso de Matheus ganhou notoriedade após o candidato denunciar, pelas redes sociais, que teria sofrido discriminação ao ter seus pedidos de adaptação negados pela banca organizadora antes da realização dos testes, mesmo após a apresentação de laudos médicos.
Atualmente, a participação de Matheus no certame encontra-se sub judice, aguardando uma decisão definitiva da Justiça para definir os próximos passos de sua trajetória no concurso. A defesa aguarda agora o julgamento do recurso administrativo para decidir quais serão as próximas medidas judiciais a serem tomadas.

Comentários: