Com isso, turistas foram impedidos de passear pela praça –embora a entrada em edifícios próximos, como o do Congresso, estivesse liberada para visitação.
A medida foi tomada depois de um grupo de deputados bolsonaristas, liderado por Helio Lopes (PL-RJ), iniciar uma manifestação em frente à corte em protesto contra decisões envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na noite de sexta (25), Moraes determinou, a pedido da Procuradoria-Geral da República, que a Polícia Federal intimasse o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), a remover imediatamente os parlamentares da praça. O próprio governador foi ao local para garantir o cumprimento da ordem.
Além de Helio Lopes, a decisão citou os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Rodrigo da Zaeli (PL-MT). Alguns deles alegam não estar em Brasília.
Em rede social, Chrisóstomo afirmou: “Ditadura, vivemos em uma ditadura no Brasil”. Lopes declarou que continuará resistindo “nem que seja com silêncio”.
Moraes também determinou a proibição de novos acampamentos em um raio de um quilômetro da praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios e quartéis das Forças Armadas. As ordens foram expedidas no âmbito do inquérito das fake news e visam evitar novos atos semelhantes aos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.

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